terça-feira, 22 de abril de 2014

vida de papel higienico

Passou no rabo sujo meu sonho de ouro massisso.
Coisa seria e imutavel que eu havia tanto tempo de todos e ate de voce escondido.
Eu e o tempo apostando corrida, eu tentando ganhar uma guerra de batalhas perdidas.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

true

Éu  tenho um amor que nao conhecia, amo e sou amada por uma mae que nao e a minha.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Loucuras e oportunidades me consomem e tudo que faço é viver.
Ter ou nao ter?

Se ofereceu pra me dar, nomear, criar.
Eu quero um filho pra ve-lo crescer!

Penso, logo me complico.

terça-feira, 26 de março de 2013

Ponto.

Aceitar o que é mais comodo pra alguns se torna a melhor solução.

Invictos a um longo tempo mas fracos e de vontades bambas no primeiro desafio, mais facil dar meia volta.
Já faz tanto tempo que nem se lembra mais da vontade de ficar e resolveu ir.
Sempre fui a mais forte entre nos, eu fui e me arrisquei, a conheci quando não queria e superei.
Comecei o que agora é fim achando que não seria contando com a força de sua vontade. De acordo com a inscrição em suas costas eu achei que ela fizesse parte de algo alem do que a superfície de sua pele.
Toda a ação foi feita por mim, inicio e fim.
O que foi feito de palpável pelas suas mãos?
Quantas vezes eu voltei atras nas minhas palavras e decisões por que você não conseguiu se mover?
Baby voce parou no tempo e por melhor que isso seja eu sempre tento te fazer dar mais um paço pra evolução mas sempre que eu vou volto atras pra te buscar.
Muitas vezes como da ultima nao me fiz claramente entender.
Eu deixei sinais e mensagens que meus amigos apenas podem ver, todas feitas pra voce. Esperava que voltasse se quisesse saber.
A gente precisava conversar pra se esclarecer mas deixa pra lá eu nao vou mais importunar voce.
É entendimento nao ação, me avise quando nao doer viver assim.



quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Eu preciso de uns calmantes, ninguem acredita quando eu falo com cara de paisagem, por entre e rangendo os dentes.
Meus dedos doem e sangram, ja nao restam unhas e por mais que eu me movimente, trabalhe e caminhe, nao muda. Nao vomito e nao passo mal com a mistureira alcoólica e toda a drogadicção  fico sentada parada vendo as cabeças enfiadas em vasos e baldes colocando pra fora pela boca o estomago e o figado.
Eu preciso de uns calmantes, se eu nao explodo no meu quarto nao tenho apoio e eu tenho tentado ser uma pessoa mais calma, então me calo. Escorre raiva, um misto de desentendimento do lugar onde devia estar a minha paz, escorre no escuro.
Eu preciso de uns calmantes.
Um remédio pra percepção, contra quem nao mede seus atos, passos, palavras e olhares perante a mim, eu percebo cada mudança na direção do vento, preciso dormir, um imã pra merda que eu estou acostumada, treinada como uma cobra imune mas nao inoculando veneno, posso me armar pro bote mas antes recolho as presas.
Eu preciso de uns calmantes, um sono longo, entorpecente.
Eu preciso de uns calmantes.